Essa parábola fala de uma casa que foi construída de duas maneiras: uma tinha um alicerce profundo, e a outra foi construída sobre a areia, sem nenhuma profundidade. Quando os ventos sopraram e vieram as tempestades, a casa que estava alicerçada sobre a areia desabou, e que estava sobre a rocha não.
Antes dessa parábola fala sobre os falsos profetas. Essa duas passagens nos mostram como devemos nos conduzir aqui no Reino que é a nossa nação eterna. Precisamos da revelação de que estamos em um Reino eterno, não somos cidadãos terrenos. O mundo serve apenas para extrairmos o que precisamos para nós e para o Reino, nada mais. Se não crermos que somos cidadãos eternos, estamos sem referencial, sem foco. E o que nos leva a estar assim sem foco é a falta de consagração. Tocar Cristo superficialmente não é suficiente.
O alicerce profundo é estar agarrado em Cristo, temendo esse Nome Poderoso, agindo como servo Dele.
Nós somos a casa, Cristo é a rocha, os ventos e a chuva são os acontecimentos que todos iremos passar, momentos de dificuldades. Para nos sentirmos seguros e protegidos, precisamos estar alicerçados em Cristo, com a nossa casa sobre a Rocha. Só sabemos no que estamos alicerçados quando os ventos e as tempestades chegam. Para nos alicerçarmos em Cristo, é necessário obedecê-Lo incondicionalmente, não importando as consequências, porque Ele é Senhor, não temos opção.
Um homem prudente é aquele que não foca no natural, mas foca num futuro eterno. Nossa mente tem que estar em Cristo, não nas situações, em coisas e pessoas. A mente é fundamental para nos manter equilibrados, crescente em vida e prósperos. Deus quer nos dar uma vida de paz e descanso, mesmo com as dificuldades, pois os ventos e tempestades sempre existirão.
Quando a nossa casa cai, é algo positivo para construirmos no lugar certo. Tosas as coisas cooperam para o nosso bem, tudo que acontece na nossa vida depois que Cristo nos resgatou é bom. Quando perdemos algo e nos desestabilizamos, é porque confiávamos naquilo, então Deus permite certas coisas para nos ensinar algo. Quando temos falta de alguma coisa, nos apegamos em Cristo, mas na abundância achamos que podemos fazer o que queremos, e saímos da dependência do Senhor.
