Essa parábola fala de um homem que tinha muitas posses, e colocou um administrador para cuidar dos seus bens, mas esse administrador não estava fazendo as coisas corretamente. Ele começou a pensar no que faria se fosse demitido da administração, e então passou a chamar os devedores do seu patrão e diminuir seus débitos, sendo infiel. Mas ele foi elogiado pelo seu patrão, pois os filhos do mundo são mais hábeis na sua geração do que os filhos da luz.
Esse homem era um funcionário desonesto, trapaceiro e corrupto. Ele não foi elogiado pelo seu lado corrupto, mas pela sua habilidade de fazer a coisa suja naturalmente. Se nós tivéssemos as mesmas habilidades, sabedoria e sagacidade para levar as pessoas para o Reino e cuidar delas, seria magnífico. Nessa parábola, então, Jesus não estava incentivando-nos a sermos mau caráter, mas estava querendo mostrar que os filhos da luz são morosos, preguiçosos, avarentos.
Devemos usar nossos bens para investir no Reino, em evangelismo, geração de filhos, cuidado dos filhos para Deus.
Todo religioso é avarento, porque eles não confiam em Deus, mas no dinheiro. Eles não se descolam das coisas materiais para se reconciliarem com Deus. Observamos a avareza nos mínimos detalhes, como por exemplo, quando tem que se desprender de algo para benefício do Reino, muitos não cooperam. Os valores materiais não são importantes, desde que a gente promova a edificação e estabelecimento do Reino de Deus, mas sem fazer loucuras sem a direção do Senhor. Temos que fazer só o que Deus quer, nada sem a direção do Senhor movidos por um emocionalismo.
Nós usamos nossas habilidades para conquistar ou fazer algo pro mundo, mas para as coisas de Deus não. Então o que Deus nos ensina nessa parábola é que devemos usar todo o nosso potencial e inteligência em favor do Reino de Deus. E outro ensinamento é que devemos abandonar a avareza, não amar as coisas materiais, para podermos edificar e investir no Reino.
