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Assim como o Pai que vive, Me enviou, e igualmente eu vivo pelo Pai,também quem de Mim se alimenta, por Mim viverá. Jo 6:57

A sabedoria de Deus

Um certo dia, os escribas e fariseus trouxeram a Jesus uma mulher que fora apanhada em flagrante adultério e os judeus disseram ao mestre: “A lei de Moisés nos manda apedrejar tais mulheres até a morte, Tu, pois, que dizes?” Evidentemente, eles não estavam preocupados com o cumprimento da lei mosaica, mas estavam tentando a Jesus. Se Ele dissesse que a lei deveria ser cumprida, poderiam acusá-lo de não amar, de não ser misericordioso ou algo assim. E caso não quisesse cumprir a lei, alegando que, por amor, Deus perdoaria aquela pecadora, seria acusado de estar violando a lei de Moisés e não mais seria aceito pelo povo como profeta ou enviado de Deus.

Que fez então Jesus? Inclinado, escrevia na areia com o dedo. Creio que os judeus até estivessem rindo da situação de Jesus, por pensarem que haviam conseguido encurralá-lo, deixando-o sem resposta e, por não ter como resolver a questão, escrevia no chão para evitar ter que falar. Então insistiram na pergunta. Por isso, Jesus se levantou e disse: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado, seja o primeiro que lhe atire a pedra”.Ele não disse se deveriam ou não observar a lei de Moisés, antes usou de muita sabedoria.

Após dizer isso, tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão. Mas ouvindo eles esta resposta e acusados violentamente pelas suas próprias consciências, foram se retirando um por um, a começar pelos mais velhos, até os últimos. Todos foram iluminados interiormente. Porque todos têm pecados.

Por isso Jesus disse: “Eu sou a luz do mundo”. Sem a luz aquelas pessoas jamais saberiam que estavam carregadas de pecados. Aquelas pessoas consideravam-se muito sábios e supunham poder encontrar alguma falta em Jesus. No entanto, ao serem iluminados viram que eram cheios de pecados e nada mais puderam fazer senão irem embora desmoralizados e envergonhados pelas suas condições caídas. A mulher, no entanto, permaneceu ali diante de Cristo, a “Luz do Mundo”. Ela estava assustada, envergonhada, fragilizada, sentindo-se a última das pessoas. Mas Jesus lhe disse: “Mulher onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou?” Respondeu ela: “Ninguém Senhor”. Então disse Jesus: “Nem Eu te condeno, vai, e não peques mais”.

Equipe Pão de Judá

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