Essa parábola conta o relato de um homem que plantou uma vinha, deixou nas mãos de lavradores e saiu do país. Depois, ele enviou servos para obter os frutos da vinha, e esses servos foram espancados e rejeitados. Ele, então, mandou seu filho, para que ele então fosse respeitado, mas isso também não ocorreu e eles mataram o filho.
O homem simboliza Deus, a vinha é o povo de Deus, os servos são os profetas e o filho representa Jesus.
Essa mesma rejeição ocorre hoje. A hostilidade contra aqueles que pregam a pureza de Deus sempre existiu na história humana, e nessa parábola Deus fala aos religiosos, que também eram o povo de Deus, mas se desvirtuaram e formaram para si mesmos um “clube” para agradarem a si. Se perderam no que diz respeito aos objetivos de Deus, fora da visão.
Em João 15 Deus diz que Ele é a videira verdadeira, porque existe uma falsa, uma que se perdeu. Então quando Jesus veio, Ele precisou fazer essa exposição aos fariseus e escribas, porque eles, embora sendo povo de Deus, não produziam mais pra Deus. E a introdução da novidade da Nova Aliança, por meio de Cristo Jesus, estava chegando para restaurar aquele estado de falência espiritual da antiga vinha. Então, nessa parábola entendemos que Deus estava dando uma oportunidade para os religiosos se recomporem na presença de Deus.
De geração em geração, Deus não cessa de enviar servos, profetas. Hoje, o Ministério da Palavra também funciona como um profeta, além dos profetas ministeriais, dos evangelistas. Todos os ministros de Deus que são enviados, sempre tem uma parcela de religiosos que não aceitam a cruz.
No nosso meio hoje existem religiosos que não gostam da cruz, e quando Deus mexer na igreja eles vão aparecer, veremos quem é contra e quem é a favor do Reino. Os que são contra ficam promovendo o que é impuro, não o que é puro, porque não querem saber da Nova Aliança, e só estão na Igreja porque não acharam outro lugar para se aliviarem. Eles não querem aderir à proposta divina de crucificação do velho homem, pensam que podem alcançar a redenção por outros meios. O problema dos religiosos é o egocentrismo, e por isso eles não aceitam a cruz.
Estamos na igreja querendo apenas receber, sermos servidos e não servir.
A única coisa que nos vinculou à Cristo foi a cruz, então se não vemos a cruz como solução estamos sem esperança.
As características de um povo religioso são: falta de geração de filhos, falta de apascentamento, quando vão ajudar uma pessoa acabam piorando e não levando a pessoa a uma dependência de Deus, não citam a Palavra pra aconselhar na igreja, dando sempre as suas opiniões pessoais.
Se não queremos Jesus, não queremos o melhor do universo!
