Parábolas da Bíblia – Os talentos

Essa parábola fala de um homem nobre que foi tomar posse de um reino, mas antes de partir ele deixou aos seus sevos algumas minas para que eles negociassem até que ele voltasse. Quando retornou, ele foi ver com cada um o que eles tinham feito com que ele deixou. O que recebeu 2 talentos, rendeu mais 2 ; o que recebeu 5, rendeu mais 5, mas o que recebeu 1 ficou com medo e guardou a mina que recebeu, não rendendo nada. O homem, então, pegou aquela mina e deu para o que já tinha 10.

O homem representa Cristo, o Cabeça da Igreja, e os servos são os membros do Corpo. Todos os membros chamados por Jesus para fazerem parte das Bodas do Cordeiro recebem dons, talentos e talentos para agradarem a Deus, e temos a oportunidade de nos livrar das trevas usando esses talentos.

Um talento representava mais ou menos 20 anos de trabalho. Então vemos que aquele homem era muito rico. Cristo é o mais rico do universo, seus recursos são infindáveis, Ele é o dono do céu e da Terra e manda em tudo. Agora, Ele virá para prestar contar com todos que Ele deu dons, talentos e oportunidades para multiplicar a riqueza de Deus na Terra.

A diferença na quantidade de talentos que cada servo recebeu não é porque uns merecem mais e outros menos, mas porque Deus tem funções que precisam ser cumpridas para a edificação do Reino. Não importa quantos talentos Deus me deu, mas se eu sou fiel e responsável com aquilo que recebi, e se faço com amor.

Temos que multiplicar o que Deus colocou nas nossas mãos. Os valores de Cristo hoje que Ele quer que multipliquemos é a consagração, o gerar e o cuidar. Enterrar os talentos significa não se consagrar, nem gerar e cuidar; significa ser religioso, não produzir nada para Deus.

Os talentos não somos nós fazendo nada, mas é o Espírito Santo que está dentro de nós, e Deus liberando a capacidade para fazer algo segundo o plano que Ele tem pra cada um. Tudo é Deus que faz.

Se formos fiéis no pouco, que é o tempo presente, nessa era, como servos, Deus irá nos colocar sobre o muito, que é nos levar para as Bodas. Aqueles que não multiplicarem os talentos, que a vida da alma ainda os governa, precisarão ir para as trevas exteriores para serem purificados e depois entrarem na Nova Jerusalém.

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